quarta-feira, 28 de maio de 2008

Tsa.

"Existem pessoas sem noção nenhuma das coisas..." O que foi isso, uma descrição autobiográfica?
Calabouken!


Certos órgãos meus tipo coração são umas portas burras, mas a mente não.
Aceito um outro pulmão ou rim!

sexta-feira, 9 de maio de 2008

O Poderoso Tempo

Talvez seja porque sou regida por Saturno (levando em conta o "ideário" todo de Saturno) que tudo melhore com o tempo. Entretanto, ao lembrar que "tudo melhora com o tempo" é uma das frases top 10 generalidades, receio que a expicação possa ser outra: a benevolência do senhor do "tempo" é infinita com os humanos pq á ele é certa nossa morte. Tá bem, na verdade eu li isso, e enfim...fez sentido.


A história de Saturno:

Saturno (nome romano) ou Chronos (nome grego) para aqueles que não sabem, seria a personificação do tempo. (Chronos, não tem relação com o Titã Cronos, embora suas histórias ás vezes se confundam).

De acordo com a teogonia órfica, Chronos surgiu no princípio dos tempos, formado por si mesmo. Era um ser incorpóreo e serpentino possuindo três cabeças, uma de homem, uma de touro e outra de leão. Uniu-se à sua companheira Anaké (a inevitabilidade) numa espiral em volta do ovo primogénito separando-o, formando então o Universo ordenado com a Terra, o mar e o céu.

Permaneceu como um
deus remoto e sem corpo, do tempo, que rodeava o Universo, conduzindo a rotação dos céus e o caminhar eterno do tempo, aparecendo ocasionalmente perante Zeus sobre a forma de um homem idoso de longos cabelos e barba brancos, embora permanecesse a maior parte do tempo em forma de uma força para além do alcance e do poder dos deuses mais jovens.

Uma das representações mais
bizarras de Chronos, é a de um homem que devora o seu próprio filho, num acto de canibalismo difícil de compreender na atualidade. No entanto, esta representação deve-se ao fato de os antigos gregos tomarem Chronos como o criador do tempo, logo, de tudo o que existe e possa ser relatado, a exemplo do Deus único e criador dos cristãos, judeus e muçulmanos, sendo que, por este facto, se consideravam como filhos do tempo (Chronos), e uma vez que é impossível fugir ao tempo, todos seriam mais cedo ou mais tarde vencidos (devorados) pelo tempo.
(*Uma explicação possível para esta representação é a confusão com o titã
Cronos, que comeu os seus filhos para que não se rebelassem contra ele e lhe tomassem o poder da Terra como ele fez com o seu pai, Urano.)

Os romanos chamaram-lhe Saturno e por isso, o planeta que atualmente é conhecido com este nome, foi outrora chamado "Khronos" pelos astrónomos gregos. Era a divindade celeste mais distante, considerada como sendo o sétimo dos sete objetos divinos visíveis a olho nu. Uma vez que tem a maior translação observável no céu (cerca de 30 anos), os astrónomos gregos e romanos julgaram tratar-se do guardião dos tempos, ou "Pai do Tempo", uma vez que não havia conhecimento de nenhum outro objeto com maior período repetitivo (translação). Foi precisamente esta característica astronômica que levou os eruditos das artes a representar a sua figura como um homem de idade com longos cabelos e barbas brancas, tal como mencionado acima. Daí veio tambem a palavra crônica seguida de Chronos.


É meus amigos, aproveitemos em vida.
Uma ode ao tempo que dentro do que hoje chamo de "4 dias" já me trouxe um pouco mais paz.

terça-feira, 6 de maio de 2008

Agora agüenta coração

Quando o coração dói
Tudo dói.
Todas as músicas clichês românticas sofridas fazem sentido
e bate um vazio no corpo, como se tivessem sugado uma parte da alma, uma coisa estranha, sem explicação...
Quando o coração dói
Tudo dói.
E se poderia dormir por um mês ou até o dia em que acordar já não significasse lembrar o que passou.
(Mas ao invés disso ontem eu quase vomitei e fui atropelada.
Hoje já melhor comprei chocolate, balas e coca.)
Quando o coração dói
Tudo dói.
Eu tudo que se quer é que pare de doer.

Ah coração...
Agora agüenta
Entenda a importância de se aquietar.
Fica em silêncio
Bota a mão na frente e esconde o choro
É momento de recuar

quinta-feira, 1 de maio de 2008

Sonho que se sonha só (ainda bem)

Tive um sonho, tive um pesadelo. Estava com febre e muita dor, assim acho que tudo foi propósito. Eu me via dentro de muitos anos, mas ainda era hoje e descobria que as coisas não estavam exatamente do jeito que eu gostaria.
As imagens não eram claras o suficiente para lhes descrever (ás vezes tenho sonhos não muito detalhados).
Mas era algo assim: sentia vontade de ter o que já não tinha mais, mas continuava achando que era meu, todavia já não desejava aquilo que tinha, tendo até vergonha de assumir que era meu; via meus amigos como um espectro do que já foram e percebia que talvez já não os conhessece mais, comparado com a forma que os imaginava conhecer.
Tudo era confuso, não conseguia entender pq nada se encaixava, e ainda por cima me contavam que eu tinha um filho.(o.O) Nesse momento eu disfarçava, fingia que já sabia e explicava ao meu então namorado que nunca o tinha apresentado pq não havia surgido oportunidade.
Detalhe: todos estavam com camisetas do grêmio em meio ao que poderia ser um show ao ar livre.