Porque as coisas tem valor?
Não somos nós que damos valor a elas?
Que me vale, numa analogia deveras corriqueira, admirar uma centena de desconhecidos bem sucedidos, se foi o esforço de pessoas simples como meu pai e minha mãe que me proporcionaram hoje estar até levemente acima do peso, pensar nisso que escrevo e ter onde o fazer?
E minha faculdade que é um lixo? Logo eu casca de banana falante.
Porque todo "lá" é melhor que "aqui", se eu não o disser?
Sim eu sei que existe um raio onde o pior e o melhor são latentes, seja pela desgraça ou luxúria. Mas falo num tom, dessas considerações bobas, que nós classes digamos meio médias nos permitimos.
Com que régua, escalímetro ou similar se mede o melhor e o pior, sabendo que são quantificações subjetivas dadas a ânimos paralelos altamente distintos e de temporalidade variável?
E se ficar no muro...
você sabia que muita gente tem o hábito de por cacos de vidro ali?
Nem sempre o meio termo enquanto fuga ou comodismo é a saída. Até porque você sabe, as respostas, sempre dependem.
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
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