segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

O muito de si no pouco dos outros.

Há muito da gente nos outros, muito mais do que se imagina. Ás vezes mais do que o necessário, ás vezes menos do que se gostaria.

Todo é dia, é um dia perfeito para dar umas boas risadas soltas e também para se machucar com coisas pequenas. Todo hora é hora de força e vulnerabilidade. O problema fica em não existir hora certa para uma ou para outra. Até mesmo os dias vazios são cheios disso, de expectativa e ânsia. Frustrações e alegrias.


Muito de si....o quanto é muito e quanto é pouco? Ás vezes o nosso muito não significa muito para os outros, o muito em alegria, o muito em frustração. E ás vezes o pouco é muito. Enfim.


Me sinto mal quanto decepciono, me decepciono, ou me decepcionam. E isso sempre acontece. Não há ser que viva sem a decepção em sua vida.
Será a frustração vital? Sim porque a alegria é totalmente vital, mas e a decepção? Seria ela também essencial? Acordar e ter de saudar um mal estar acreditando que ele realmente é válido para algo?
Não sei.

Me parece que o pior é decepcionar-se consigo. Porquê é da angústia particular que nasce a frustração nossa e a alheia.

Eu tenho muito de mim nos outros, e tem dias que sinto que eles realmente tem muito de mim, e tem dias que tão, mas tão pouco.

Talvez eu que demais deles, talvez quase nada.
Talvez o melhor seja guardar o que é seu em si mesmo, e em mais ninguém.
Ou talvez não.

Enfim, ultimamente os dias estão muito bonitos pra se pensar nisso. E tudo vai bem.

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